terça-feira, 27 de maio de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Canguru Matemático sem Fronteiras
A Associação Canguru sem Fronteiras é uma associação de carácter internacional que reúne personalidades do mundo da matemática de 47 países. O seu objectivo é promover a divulgação da matemática elementar por todos os meios ao seu alcance e, em particular, pela organização anual do Concurso Canguru Matemático sem Fronteiras, que terá lugar no mesmo dia em todos os países participantes. Pretende-se, deste modo, estimular e motivar o maior número possível de alunos para a matemática e é um complemento a outras actividades, tais como olimpíadas. Em Portugal a organização deste concurso está a cargo do Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra com o apoio da Sociedade Portuguesa de Matemática.
O Concurso "Canguru Matemático" contribui para a popularização e promoção da matemática nos jovens. O Concurso é para TODOS os alunos! Não existe uma selecção prévia.
Objectivos
- Estimular o gosto e o estudo pela Matemática.
- Atrair os alunos que têm receio da disciplina de Matemática, permitindo que estes descubram o lado lúdico da disciplina.
- Tentar que os alunos se divirtam a resolver questões matemáticas e percebam que conseguir resolver os problemas propostos é uma conquista pessoal muito recompensadora.
- Aumentar todos os anos o número de participantes no concurso a nível nacional e tentar atingir as cotas de participação de outros países.
Um pouco de história
No início dos anos 80, Peter O'Holloran, professor de matemática em Sydney, inventou um novo tipo de Concurso Nacional em escolas australianas: um questionário de escolha múltipla. Este concurso foi um enorme sucesso na Austrália. Em 1991, dois professores franceses (André Deledicq e Jean Pierre Boudine) decidiram iniciar a competição em França com o nome Canguru ("Kangourou") para prestar homenagem aos seus amigos australianos. Na primeira edição, participaram 120 000 estudantes, atraindo a atenção dos países vizinhos. Em Junho de 1993, o Conselho de Administração do Canguru ("Kangourou") Francês convocou um encontro europeu em Paris e sete países decidiram adoptar o mesmo concurso. Em Junho de 1994, em Estrasburgo, no Conselho Europeu, a Assembleia Geral dos representantes de 10 países europeus (Espanha, França, Grã-Bretanha, Hungria, Itália, Moldávia, Polónia, Rússia e Eslovénia) decidiram a criação do "Canguru Matemático sem Fronteiras". Actualmente, a associação conta com representantes de 47 países e mais de 6 milhões de participantes em todo o mundo. Portugal participou pela primeira vez em 2005 no Canguru Matemático sem Fronteiras.A pontuação máxima na categoria Mini-Escolar nível I é 75 pontos, nas categorias Mini-Escolar nível II, Mini-Escolar nível II e Escolar é 120 pontos e nas outras categorias é 150 pontos. Os alunos começam com uma pontuação de 15 pontos na Categoria Mini-Escolar nível I , com 24 pontos nas Categorias Mini-Escolar nível II, Mini-Escolar nível II e Escolar e com 30 pontos nas restantes categorias. Por resposta errada serão penalizados em 1/4 da pontuação da questão. A categoria Mini-Escolar nível I é constituída por 5 questões de 3 pontos, 5 questões de 4 pontos e 5 questões de 5 pontos. As categorias Mini-Escolar nível II, Mini-Escolar nível II e Escolar têm 8 questões de 3 pontos, 8 questões de 4 pontos e 8 questões de 5 pontos. As restantes categorias têm 10 questões de 3 pontos, 10 questões de 4 pontos e 10 questões de 5 pontos.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Cordas
Hoje vimos este filme na sala de aula, é uma filme muito interessante que fala sobre o valor da amizade e o respeito pelas diferenças. 
Pode ver aqui http://videos.sapo.pt/NpaSnzJBRH55PLLm1kFY
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
História dos brincos de Penas
Hoje iniciámos a leitura do livro História dos brincos de Penas
Aprendemos que:
Tipi – nome dado a uma tenda índia;
reunião à volta da fogueira;
feiticeiro da tribo;
chefes das tribos e as suas lutas;
tribos vizinhas: Pés-na-terra e o seu chefe Ponta-pé; curandeiro; bebidas mágicas; colares de dentes/ossos de jacaré, de tubarão, de galinha;
trança nos cabelos; os nomes das pessoas e das tribos estão relacionadas com características dessas pessoas e desses grupos;
importância dada à lua,
aos chás de ervas;
passar o cachimbo de mão em mão;
canção sobre coiotes;
contam o tempo através das fases da lua e não com relógios;
Aprendemos que:
Tipi – nome dado a uma tenda índia;
reunião à volta da fogueira;
feiticeiro da tribo;
chefes das tribos e as suas lutas;
tribos vizinhas: Pés-na-terra e o seu chefe Ponta-pé; curandeiro; bebidas mágicas; colares de dentes/ossos de jacaré, de tubarão, de galinha;
trança nos cabelos; os nomes das pessoas e das tribos estão relacionadas com características dessas pessoas e desses grupos;
importância dada à lua,
aos chás de ervas;
passar o cachimbo de mão em mão;
canção sobre coiotes;
contam o tempo através das fases da lua e não com relógios;
·
Coisas do mundo moderno: Tio Patinhas, caricas
de Coca-cola; caixas de Chiclets, biscoitos; estar de férias no Brasil;
mercurocromo; anúncio de televisão sobre cigarros; lupa para ver bem; filme;
·
As personagens:
Pé-de-vento (índia a quem o livro é dedicado e irmã da
narradora)
Pé-chato (personagem/narradora a quem pertencem as penas)
Pé-de-atleta (rapaz pequeno, quase a fazer 10 anos,
personagem principal)
Pé-grande (pai do Pé-de-atleta)
Pé-calçado (professor)
Pé-descalço (vigilante da escola)
Pé-de-meia (tia de Pé-de-atleta)
Pé-de-salsa (ajudante do cozinheiro do Chefe de cozinha da
tribo)
Pé-de-porco (cozinheiro)
Pé-de-escuteiro (ajudante do feiticeiro)
Pé-direito (curandeiro da tribo)
Pé-atrás (bisavó do curandeiro)
Pé-de-cabra (ladrão que tinha estado preso por roubar
cavalos à tribo vizinha)
Pé-de-galinha (a mulher mais velha da tribo e que já via
mal)
Pied-de-poule (irmã gémea de Pé-de-galinha)
Pé-de-dança (mestre de cerimónias da tribo)
Pé-coxinho (tinha ficado com o pé esquerdo sob a roda de uma
carroça)
Pé-na-tábua (o condutor mais rápido)
Pé-firme (mulher do chefe)
Pé-de-chumbo (pior dançarino da tribo)
Sem-pé (baixa, refilona, tinha muitos calos, andava sempre
de botas)
Pé-ante-pé (o mais preguiçoso da tribo)
Pé-na-argola (sonhava ser juiz)
Pé-sujo (odiava tomar banho e só o fazia no dia do seu
aniversário)
Pé-leve (campeão de corrida com obstáculos)
Pé-em-riste (tinha voz de poucos amigos e usava pulseiras
num pé)
Pé-de-galo (um dos chefes conselheiros)
Pé-prá-cova (outro dos conselheiros com 90 anos)
Pé-de-guerra ( outro conselheiro, companheiro de muitas
lutas, tinha 98 anos)
Pé-sentado (o mais velho dos conselheiros, tinha 103 anos,
sofria de joanetes)
Pé-dali (artesão da tribo: fabricante de tapetes e de tipis)
Pé-de-nabo (tetravô da narradora e grande filósofo)
Retirado do blogue: http://amaltatemoutroblog.blogspot.pt/2012/06/historia-dos-brincos-de-penas.html
terça-feira, 26 de novembro de 2013
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